TURBULÊNCIAS

Ao que tudo indica, seguiremos na companhia de turbulências e incertezas mais acentuadas por tempo indeterminado. Tanto no campo dos conflitos mundo afora, como na política e na economia, para citar alguns dos exemplos mais gritantes.

Compartilho publicação recente da Morgan Stanley, focando na interseção entre geopolítica e mercados, nas implicações políticas, de mercado e econômicas das eleições globais de 2026. Continue lendo

Compartilhar & Multiplicar

Com o Natal e o Ano Novo batendo à porta, a gente naturalmente desacelera. Relembramos momentos especiais, celebramos conquistas e sonhamos com o que vem pela frente. Aqui no hemisfério sul, com esse sol generoso e calor convidativo, essas reflexões ganham um ar mais animado e compartilhado – seja na roda da família ou com amigos de longa data e novos conhecidos.

Isso me faz pensar nos grupos de estudo, que tanto me cativam há anos. São espaços onde dividimos experiências, aprendemos juntos e nos apoiamos, como em mentorias ou conversas profundas. O segredo não está em ferramentas modernas ou carisma, mas em um compromisso genuíno com algo maior, cultivado devagar, em comunidade. É bom pausar a cada ciclo: o tema ainda nos desafia? O formato ainda ajuda? Às vezes, encerrar no momento certo é o maior sinal de sabedoria.

Lembro dos Três Reis Magos – na tradição, sábios que estudavam as estrelas em grupo e seguiram uma luz especial até Belém. Não eram reis poderosos, mas curiosos em busca de algo maior, guiados por diálogo e observação. Isso resume tudo: a sabedoria cresce quando escutamos uns aos outros, admitimos o que não sabemos e construímos pontes.

Historicamente, esses grupos moldaram identidades – da Academia de Platão aos círculos medievais e salões iluministas. Hoje, em seminários ou encontros online, equilibram expertise com igualdade: qualquer um pode questionar, desafiar ou iluminar. O foco é no significado, na transformação – não em títulos ou velocidade. Bons grupos são pequenos (5-15 pessoas), com regras simples: respeite o silêncio, discorde das ideias (não das pessoas), prepare-se e crie espaço para o “não sei”.

No fim do ano, como nesses grupos, revisito o que aprendi, o que cresço e o que levo adiante. É transformador. Vamos cultivar mais desses momentos em 2026? Compartilhar e multiplicar.

Cordial abraço e melhores votos para o ano que em breve se inicia.

Tobias

Gold

Assunto extremamente em voga nos últimos meses. Assim como tantos outros que brilharam como vencedores no firmamento, ou disseminaram choques de terror em certos momentos. 

De qualquer forma, tanto nos picos como nas profundezas, o que frequentemente nos acompanha são as eternas dúvidas, quem sabe até uma certa ansiedade…

A solução mais simples? Uma bola de Cristal já testada. Caso você encontre uma, agradeço compartilhar com os amigos. Por favor, me inclua.

Alternativamente, as respostas são sempre um pouco parecidas, e muitas vezes nada “sexy”, trabalhosas, enfadonhas, exigindo paciência e passos pequenos, persistentes.  

Compartilho três artigos (em inglês) recebidos nos últimos dias, todos relacionados ao tema. Para acessa-los, assim com demais postagens e artigos, favor fazer o seu registro em https://infopinion.com.br/assinar/ . 

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Tackling AI’s drinking problem

Não é um problema a ser levado aos Alcóolicos Anônimos… Mas de fato, o volume de menções e discussões sobre o tema da Inteligência Artificial poderia deixar qualquer um embriagado.  

Ficam no caminho também muitas dúvidas e lendas, esperanças e medos.
A inteligencia Artificial continua a evoluir em um ritmo acelerado. Desde os avanços na ciência e na medicina até a automação de tarefas cotidianas, transformará diversos setores.

Todavia, muito se fala sobre os imensos investimentos necessários, do consumo monstruoso de energia, desafios regulatórios, éticos e tantos outros. Ainda assim, parece que veio para ficar.

Grandes centros de dados utilizam uma quantidade enorme de água, até milhões de litros por dia, provocando preocupações, e possíveis conflitos em regiões com escassez de água. O artigo que compartilho, foca neste ponto. Interessante.  Continue lendo

Greed & Fear

Compartilho estudo interessante recebido do Morgan Stanley Smith Barney LLC, intitulado com dois termos omnipresentes no universo dos investimentos: Ganância e Medo. 

São sentimentos absolutamente genuínos e humanos, assim como muitos dos vieses que nos levam a tomar, ou não, decisões apropriadas no nosso planejamento financeiro, na alocação e gestão de recursos, assim como em outras áreas da vida.

Caso o assunto ainda seja novidade, sugiro pensar em ler por exemplo:

  • Previsivelmente Irracional: Aprenda a Tomar Melhores Decisões é um livro de Dan Ariely publicado nos Estados Unidos em 2008, em que se desmontam alguns preconceitos em relação à tomada de decisões com base em critérios puramente racionais. 

Caso queira aprofundar, tenho diversas outras recomendações.

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Market Outlook Q325

Seguimos com diversas inseguranças impactando os mercados, como por exemplo os geopolíticos, e pelo prisma econômico, com os desequlibrios na balança comercial de muitos países, e consequente queda de braços tarifária.

Como de costume, procuro compartilhar também opiniões e informações de terceiros, quando me parecem interessantes para a formação de uma visão de conjunto mais consistente. Nunca há apenas uma verdade…..

Agradeço não compartilhar, e observar as diversos observações e limitações no final da publicação,emespecial por se tratar de documento destinado apenase a investidores profissionais! Continue lendo

Timing

Dominar o “timing” e saber “sempre” o momento exato de comprar ou vender algo?

Provávelmente é um sonho tão antigo como a humanidade, e a busca pela bola de cristal.

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