Estamos chegando ao fim de um ano durante o qual novamente frequentemente nos questionamos sobre as escolhas feitas e rumos tomados pelas mais diversas pessoas mais ou menos próximas, assim como no âmbito das finanças, da política, de gestão, do direito e em outros campos. Estamos aqui apenas falando de vieses, e não de desvios psíquicos ou de caráter, que também tem assolado ambientes “ilustres”.
Algumas destas atitudes, ou a ausência delas, podem ser melhor compreendidas através do estudo dos vieses comportamentais, aos quais cada um de nós está sujeito.
O autoconhecimento e análise dos vieses daqueles a quem procuramos ajudar pode ser de grande valor para que erros não se sobreponham aos acertos, para que “grandes desastres” possam ser reduzidos a um mínimo inevitável, e para que cada um possa ter dose suficiente de realismo quanto às expectativas da sua vida financeira.
Compartilho uma publicação da CVM sobre o assunto, parabenizando esta autarquia pelos esforços consideráveis dedicados nos anos recentes na discussão sobre as ciências comportamentais, a educação do investidor e diversos assuntos correlatos. Continue lendo



Tive a oportunidade de contribuir pessoalmente com palestra em Belém e Manaus, com bom público, e ótimo eco. Segue link para entrevista concedida durante esta viagem: